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quinta-feira, 13 de maio de 2021

CPI da Pandemia ouve representante da Pfizer nesta quinta-feira.

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A CPI da Pandemia ouve nesta quinta-feira, 13, o ex-presidente da Pfizer no Brasil Carlos Murillo. Ele comandava a representação brasileira da empresa farmacêutica americana quando se iniciaram as negociações com o governo brasileiro para a compra de vacinas contra a Covid-19.
Em depoimento à CPI nesta quarta-feira 12, o ex-secretário de Comunicação Social do governo Fabio Wajngarten confirmou que o contato da Pfizer com autoridades brasileiras se deu no dia 12 de setembro, por meio de carta oficial endereçada à cúpula do governo e do Ministério da Saúde. Em entrevista a VEJA em outubro de 2020, Murillo relatou que a empresa havia feito uma proposta formal, seguida de uma carta, de fornecimento de vacinas ao governo brasileiro. O executivo afirmou que, até aquele momento, não havia recebido resposta. O vice-presidente da comissão, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que se reuniu com a direção da Pfizer no Brasil no dia 22 de fevereiro, em videoconferência junto ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), afirma que o governo só aderiu à vacina da empresa no dia seguinte a essa reunião, 23 de fevereiro, após a direção da Pfizer convencer o então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. Membros da CPI acreditam que, se o governo tivesse aderido à proposta da Pfizer já em setembro, muitas vidas poderiam ter sido salvas pela vacinação antecipada. Até o momento, a comissão no Senado já ouviu os ex-ministros da Saúde Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich, o atual titular da pasta, Marcelo Queiroga, o presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, e Fabio Wajngarten. Na próxima semana será a vez do ex-ministro Eduardo Pazuello prestar depoimento, além de outro ex-ministro, o ex-chanceler Ernesto Araújo. A CPI também pode aprovar nesta semana novos requerimentos. Entre eles, o pedido de Randolfe que solicita a Pazuello o resultado de exame para detecção do coronavírus, motivo do adiamento de sua oitiva. Também deve ser votada a convocação de Mayra Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho no Ministério da Saúde. Ela é conhecida por sua posição favorável ao chamado "tratamento precoce" contra a doença, que inclui medicamentos sem comprovação científica. (Com Agência Senado) Por: Veja

quarta-feira, 12 de maio de 2021

Em CPI, Wajngarten se contradiz e recua de declarações sobre atraso de vacinas; Renan ameaça prisão

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O ex-secretário de Comunicação da Presidência Fabio Wajngarten se esquivou nesta quarta-feira, 12, de responder aos questionamentos dos senadores da CPI da Covid. Nas declarações do ex-funcionário do Planalto, ele apresentou contradições com o que disse em entrevista à revista Veja no final de abril.
Na CPI, Wajngarten evitou falar em incompetência do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello no processo de aquisição de vacinas da Pfizer - declaração dada à revista. "O senhor só está aqui por causa da entrevista à Revista Veja, se não, a gente nem lembrava que o senhor existia", disse o senador Omar Aziz (PSD-AM), presidente da CPI. "Vou cobrar à revista Veja, se ele não mentiu, que ela se retrate a ele. Se ele mentiu a essa comissão vou requerer, na forma da legislação processual, a prisão do depoente", afirmou o relator da comissão, senador Renan Calheiros (MDB-AL), que decidiu trocar a placa que o identificava e substituiu por uma com o número atualizado de mortos pela covid: 425.711. O senador Marcos Rogério (DEM-RO), vice-líder do governo, saiu em socorro do ex-subordinado do presidente Jair Bolsonaro. "Renan Calheiros comete abuso de autoridade ao ameaçar o depoente de prisão quando as respostas não atendem às suas expectativas. Estamos diante de uma flagrante ilegalidade". Wajngarten foi questionado várias vezes por Renan Calheiros sobre o atraso da aquisição das vacinas da Pfizer e sobre um gabinete paralelo de aconselhamento a Bolsonaro sobre a pandemia. Além de Renan, os senadores Omar Aziz e Randolfe Rodrigues (Rede-AP), presidente e vice da comissão, advertiram o ex-secretário que mentir em uma CPI na condição de testemunha configura como crime. Após várias tentativas de Renan tentar uma resposta de Wajngarten, começou uma discussão entre senadores governistas e a cúpula da CPI e a sessão teve que ser suspensa temporariamente. Em outro momento da comissão, o presidente da CPI, Omar Aziz, ameaçou encerrar o depoimento de Wajngarten por conta da evasão nas respostas. "O que eu quis dizer na entrevista é justamente sobre as três cláusulas que eram impeditivas. Eu deconheço quem tenha orientado. O fato é que a gente buscava sempre acelerar a celebração do contrato da Pfizer para que a melhor vacina chegasse aos brasileiros. Infelizmente havia uma lacuna legal", disse o ex-chefe da Secom. Vacinas Na entrevista publicada pela Veja, Wajngarten comentou as negociações entre o Ministério da Saúde e a Pfizer. "Incompetência e ineficiência. Quando você tem um laboratório americano com cinco escritórios de advocacia apoiando uma negociação que envolve cifras milionárias e do outro lado um time pequeno, tímido, sem experiência, é isso que acontece", disse na ocasião. E completou: "Estou me referindo à equipe que gerenciava o Ministério da Saúde nesse período". Além da possível negligência do governo em adquirir os imunizantes, integrantes da CPI querem apurar qual o interesse do ex-secretário em agir a favor da empresa farmacêutica Pfizer. Ao sair do cargo de ministro, em março, o general insinuou que recebeu pedidos de propina. “Chegou no fim do ano, uma carreata de gente pedindo dinheiro politicamente. Todos queriam um pixulé no final do ano”, disse Pazuello em seu último discurso. Por: Lauriberto Pompeu

quinta-feira, 6 de maio de 2021

Podemos ter hotéis no espaço, diz Richard Branson

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A Virgin Galactic está organizado sua primeira viagem turística ao espaço para janeiro de 2022. Quando fundou a revista Student, aos 16 anos, muito provavelmente o jovem Richard Branson não tinha ideia de quão grandes e diversificados seriam seus empreendimentos no futuro. O que logo evoluiu para uma gravadora de discos, hoje se tornou um gigante conglomerado, com mais de 400 empresas no portfólio. Em meio a hotéis, companhias aéreas e operadoras de telecomunicações, se destaca o projeto espacial, liderado pela Virgin Galactic e a Virgin Orbit. Criada em 2004 e com uma trajetória repleta de altos e baixos, a Galactic prevê lançar voos turísticos para o espaço já no início de 2022. Em meados de julho,quando completa 71 anos, Branson pretende estar na primeira missão para fora da atmosfera terrestre. Uma de suas concorrentes, a Blue Origin, de Jeff Bezos, já vendeu cerca de 600 ingressos, avaliados entre US$ 200 mil e US$ 250 mil, para passeios espaciais.
Para colocar os planos em prática, contudo, a companhia de Branson precisa acelerar o cronograma de testes e obter uma série de licenças de segurança. Mesmo com o prejuízo acumulado ao longo dos últimos oito trimestres, com perdas líquidas superiores a US$ 484 milhões, o bilionário inglês se mantém confiante. “Acho que passamos a fase mais difícil, o futuro é promissor”, declarou o megaempresário durante o evento virtual LENS Lite, promovido pela Degreed, plataforma de upskillings, nesta quarta-feira (05/05). Os próximos anos, defende Branson, serão marcados pela popularização das missões aeroespaciais. “Precisaremos capacitar cada vez mais pessoas para essas viagens." Em janeiro deste ano, a Virgin Orbit lançou 10 nanosatélites em órbita para a NASA. A empresa tem como principal objetivo otimizar lançamentos como esses e reduzir os custos envolvidos nessas operações. Questionado sobre qual deve ser o próximo "grande passo da humanidade" no espaço, ele disse que aposta no impacto (gigantesco" das missões a Marte --"algo tão fascinante quanto a conquista da Lua”. Entusiasmado, Branson vislumbra um futuro com hotéis fora da Terra e com a solução de questões essenciais para a sociedade moderna, como a universalização da rede de comunicação. “Conseguiremos avanços para conectar bilhões de pessoas e empresas ao redor do planeta", afirmou. Por: (Época Negócios)

segunda-feira, 3 de maio de 2021

Governo começa a distribuir 500 mil vacinas da Pfizer aos estados

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O Ministério da Saúde começou nesta segunda-feira, 3, a distribuição de 499.590 doses da vacina contra Covid-19 da Pfizer-BioNTech aos estados e ao Distrito Federal. O quantitativo é equivalente à metade do primeiro lote que chegou ao Brasil na última quinta-feira, 29, e será destinado apenas à aplicação da primeira dose. A pasta recomenda que o fármaco da Pfizer seja destinado à imunização de pessoas com comorbidades, gestantes e puérperas, e pessoas com deficiência permanente. Mas a decisão final cabe aos estados e municípios. Devido às necessidades especiais de armazenamento do imunizante, o volume de vacinas restante, que será usado para aplicação da segunda dose, será enviado nas próximas semanas. A vacina da Pfizer precisa ficar armazenada a -75ºC. No Centro de Distribuição do Ministério da Saúde, em Guarulhos, as doses estão armazenadas a uma temperatura de -90 graus Celsius (°C) a -60°C.
Ao serem enviados aos estados, os imunizantes ficam a uma temperatura de -20ºC. Eles podem permanecer assim por até 15 dias, segundo autorização da Anvisa. Já nas salas de vacinação, onde a temperatura de refrigeração varia de 2ºC a 8ºC, a vida útil das vacinas é de apenas 5 dias. "Em função disso, o Ministério da Saúde orienta que, neste momento, a vacinação com o imunizante da Pfizer seja realizada apenas em unidades de saúde das 27 capitais brasileiras, de forma a evitar prejuízos na vacinação e garantir o esquema vacinas de 12 semanas entre uma dose e outra", diz a pasta em comunicado. Entretanto, o intervalo aprovado pela Anvisa entre a doses é de apenas 21 dias. Em nota técnica, o Ministério da Saúde diz que a orientação para aumentar o intervalo entre as doses foi baseada em estudos feitos no Reino Unido. "Esta recomendação considerou que a vacinação do maior número possível de pessoas com a primeira dose traria maiores benefícios do ponto de vista de saúde pública, considerando a necessidade de uma resposta rápida frente a pandemia de Covid-19", diz a pasta. Confira abaixo a quantidade de doses de vacina da Pfizer enviada a cada estado e ao Distrito Federal. A divisão foi feita de forma proporcional e igualitária. Rondônia: 3.510 Acre: 1.170 Amazonas: 5.850 Roraima: 1.170 Pará: 14.040 Amapá: 1.170 Tocantins: 3.510 Maranhão: 10.530 Piauí: 5.850 Ceará: 17.550 Rio Grande do Norte: 7.020 Paraíba: 8.190 Pernambuco: 17.550 Alagoas: 7.020 Sergipe: 4.680 Bahia: 26.910 Minas Gerais: 50.310 Espírito Santo: 10.530 Rio de Janeiro: 46.800 São Paulo: 135.720 Paraná: 32.760 Santa Catarina: 17.550 Rio Grande do Sul: 32.760 Mato Grosso do Sul: 7.020 Mato Grosso: 7.020 Goiás: 17.550 Distrito Federal: 5.850 Com Agência Brasil Por:Giulia Vidale

terça-feira, 27 de abril de 2021

Anvisa rejeita importação da vacina russa Sputnik V contra covid

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O que representava uma ponta de esperança para alguns governadores brasileiros, veio por água abaixo. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) rejeitou o pedido de importação da vacina russa Sputnik V, aquela que deu o que falar quando foi aprovada em seu país de origem.
Ao todo 14 governadores tinham entrado com o pedido de importação emergencial de quase 30 milhões de doses, o que representaria um grande avanço na campanha nacional de vacinação. Foram 5 horas de debates e apresentação de relatórios na noite de ontem, 26, até que veio a decisão unânime. A Anvisa justificou o ‘não’ alegando falta de informações suficientes para garantir a segurança, a qualidade e a eficácia do imunizante. E não ficou só aí. A Gerência de Medicamentos viu várias falhas de segurança associadas ao desenvolvimento do imunizante. Uma delas, a considerada mais grave, é que o adenovírus usado para carregar o material genético do coronavírus não deveria se replicar, mas consegue se reproduzir, podendo causar doenças. E ainda teve mais… A Anvisa também levantou a questão de a equipe de técnicos ter sido barrada de visitar todos os locais de fabricação da vacina durante inspeção na Rússia. Sim! Os russos liberaram a entrada da Anvisa em apenas três dos sete pontos previstos. Aprovada em outros países Apesar de todas as lacunas apontadas pela Anvisa aqui no Brasil, a Sputnik foi aprovada em diversos países pelo mundo, incluindo a Argentina. Os técnicos da Anvisa dizem que a maioria desses países não têm tradição na análise de medicamentos. Além disso, em 23 países com contrato fechado, a vacinação não começou. De acordo com o Instituto Gamaleya de Moscou, a vacina Sputnik tem eficácia de 97,6% contra a covid-19. O estudo analisou um grupo de 3,8 milhões de pessoas que tomaram o imunizante na Rússia em diferentes datas, de 5 de dezembro até 31 de março. Os dados ainda não foram publicados em revistas científicas. Com essa negativa da Anvisa, o Brasil segue administrando apenas duas vacinas: a Coronavac e a de Oxford/Astrazeneca. Em maio, deverá começar a aplicação de uma terceira vacina, a da Pfizer/BioNTech. Por (Microsoft News)

terça-feira, 20 de abril de 2021

Guedes diz agora que Orçamento é 'exequível' com acordo que tira do teto despesas com a covid

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BRASÍLIA - Depois do acordo fechado que tira R$ 125 bilhões da contabilidade das duas principais regras fiscais, o ministro da Economia, Paulo Guedes, considera que o Orçamento de 2021 ficará "exequível". A avaliação de Guedes repassada a interlocutores nesta madrugada, após a votação do projeto que altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) pelo Congresso, foi de que todos os acordos "couberam dentro do Orçamento com o teto de gastos respeitado para as despesas recorrentes". O teto é a regra que impede o crescimento das despesas acima da inflação.
O ministro tem pontuado que o acerto mantém extrateto (que não entra no limite do teto) apenas os gastos relacionados ao enfrentamento da covid-19 na segunda onda da pandemia. Na avaliação dele, é exatamente como ocorreu, em 2020, na primeira onda da doença. A avaliação do comando da equipe econômica é de que as vantagens da mudança ficarão mais claras nos próximos dois dias. O presidente Jair Bolsonaro tem até o dia 22 para sancionar o Orçamento de 2021, que foi aprovado com despesas obrigatórias, como pagamentos da Previdência e seguro-desemprego, subestimadas para acomodar uma quantidade maior de emendas parlamentares, além dos R$ 16,5 bilhões acordados com o Congresso para aprovar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) emergencial, que liberou R$ 44 bilhões para uma nova rodada do auxílio emergencial. No dia da votação, Guedes foi até o presidente Jair Bolsonaro dizer que o Orçamento daquele jeito era "inexequível" com risco de impeachment para ele. A partir daí, uma crise se instalou com o Congresso, que queria a sanção do Orçamento sem vetos. O ministro ficou sob pressão do Centrão e fogo amigo de colegas da Esplanada. O acordo político fechado ontem destravou os gastos para os programas da covid sem a necessidade de acionamento do estado de calamidade. Esses gastos, que incluem uma nova rodada do benefício para trabalhadores que tiverem os salários cortados ou contratos suspensos e uma nova linha de crédito para micro e pequenas empresas, ficarão fora do cálculo meta fiscal. A meta deste ano permite que o governo feche as contas no vermelho em até R$ 247,1 bilhões. Guedes vinha defendendo uma PEC para limitar os valores a serem gastos com esses programas. A solução encontrada, porém, não limita os gastos. Mas ao final o presidente fará um veto parcial do Orçamento. Durante a votação do Orçamento, o relator, senador Marcio Bittar (MDB-AC), reduziu em R$ 29 bilhões em despesas do Executivo e direcionou para emendas de relator, contemplando congressistas e ministérios do próprio governo. Após a aprovação, a equipe econômica passou a reclamar nos bastidores de que o acordo havia sido apenas para R$ 16,5 bilhões a mais em emendas e passou a defender o veto parcial, o que levou a um desgaste de Guedes e sua equipe junto ao Congresso. A ministra-chefe da Secretaria de Governo, Flávia Arruda, antecipou ontem que governo e Congresso chegaram a um acordo para vetar R$ 10,5 bilhões das emendas. Isso, junto com o corte nas discricionárias (despesas que o governo pode remanejar, como custeio da máquina e investimentos), deve ser suficiente para manter as emendas no valor acertado com os deputados e senadores. O projeto aprovado ontem incluiu um dispositivo que permite ao governo bloquear por decreto despesas discricionárias para recompor despesas obrigatórias, como benefícios previdenciários, seguro-desemprego e subsídios, que ficaram maquiadas em R$ 21,3 bilhões, segundo parecer de técnicos da Câmara com base em dados do Ministério da Economia. As lideranças governistas afirmam que essa emenda traz segurança para o teto de gastos. Orçamento em capítulos - Confira a cronologia 25 de março O Congresso aprova o projeto de Orçamento de 2021 com cortes em despesas classificadas como obrigatórias, como Previdência e seguro-desemprego, para destinar mais recursos para emendas parlamentares. O corte na revisão para baixo foi de quase R$ 30 bilhões. O valor das emendas, por outro lado, subiu de R$ 20 bilhões para mais de R$ 50 bilhões. 12 de abril O governo discute apresentar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para destravar os novos programas de combate aos efeitos econômicos da covid-19 e, de quebra, resolver o impasse no Orçamento de 2021. A minuta do texto, obtida pelo Estadão/Broadcast, permite um gasto de até R$ 18 bilhões em obras patrocinadas por parlamentares fora do teto de gastos, que limita o avanço das despesas à inflação, e de outras regras fiscais. Com críticas de fura-teto, a proposta é engavetada. 13 de abril Bolsonaro é emparedado em reunião no Palácio do Planalto. O presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), alertou o presidente Jair Bolsonaro que o governo perderia a base de apoio com o veto ao Orçamento e não conseguiria mais aprovar nenhuma matéria no Congresso, incluindo as reformas administrativa e tributária. Já o ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a defender o veto com o argumento de que Bolsonaro pode cometer crime de responsabilidade, que poderia acabar desembocando num processo de impeachment. 19 de abril Governo e Congresso fecham acordo para retirar da meta fiscal e do teto o programa de corte de jornada e salários, o Pronampe e gastos emergenciais com saúde, além de facilitar o bloqueio de verbas de ministérios. Em troca, mantêm o nível de emendas parlamentares extras que tinha sido acordado para a aprovação da PEC que autorizou uma nova rodada do auxílio. Por Estadão

Saiba mais sobre a loja Hadhassa denim, o segredo que fez com que ela se destacasse no mercado da moda feminina.

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A loja Hadhassa denim é uma loja de moda feminina voltada para lojistas, que confecciona suas próprias peças, todas com tecidos da mais alta qualidade, buscando atender um público mais exigente, que procuram preço justo e qualidade. A Hadhassa denim está há cinco anos no mercado e fica localizada no Brás, o maior polo de confecção de roupas do Brasil, é um bairro inteiro dedicado ao comércio de roupas. A loja se encontra dentro do Shopping Vautier, na Av Vautier número 248 ala bordo loja 14.
A Hadhassa denim trabalha com varejo e atacado e envia para todo Brasil. Não deixem de visitar o Instagram da marca, lá você encontra as últimas tendências, com muitas novidades do mercado da moda feminina.
Instagram: @hadhassa_denim Telefones para Contato: (11) 953665466 Marcio (11)985650952 Ávila Email: olivmarcio79@gmail.com Endereço: Av Vautier 248 ala bordo loja 14.

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