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segunda-feira, 14 de junho de 2021

São Paulo começa a vacinar hoje pessoas de 58 e 59 anos

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Paes chama Doria de "pai da vacina" Pocah dá detalhes de casamento e faz lista de padrinhos com ex-BBBs A capital paulista começa nesta segunda-feira, 14, a imunizar contra a covid-19 pessoas de 58 e 59 anos. Inicialmente, a previsão era começar a vacinar essa faixa etária em julho, mas o calendário foi antecipado. A prefeitura estima que 200 mil pessoas com essas idades recebam a dose da vacina na cidade. © divulgação/Governo de São Paulo “Na medida em que, quase todos os grupos prioritários do Programa Municipal de Imunizações foram vacinados, agora entramos na população por idade”, disse o secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido. Para receber a primeira dose do imunizante, é preciso apresentar um comprovante de residência na município no dia da vacinação.
A vacinação na capital paulista acontee em 468 Unidades Básicas de Saúde (UBSs), AMA/UBS Integradas, nos dez megapostos, farmácias e drives. Quem precisar tomar a segunda dose deve procurar uma das UBSs da cidade. A recomendação da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) é realizar o pré-cadastro no site Vacina Já para agilizar o tempo de atendimento. Basta inserir dados como nome completo, CPF, endereço completo, telefone e data de nascimento para concluir o cadastro. Calendário antecipado no estado No domingo, 13, o governador João Doria (PSDB) anunciou que o Estado de São Paulo antecipou o calendário de vacinação contra o coronavírus em 30 dias. Desta forma, toda a população adulta será imunizada até o final de setembro. Divulgação/Governo de São Paulo

Gi.multimarcas

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Voltada para mulheres que prezam por estilo e bom gosto, a Gi. Multimarcas possui mais de seis anos no mercado, trabalhando com as marcas que foram desenvolvidas com um único objetivo: atender mulheres que valorizam a elegância. A Gi. Multimarcas trás para as mulheres o que existe de mais atual em tendências em peças com tecidos de excelente qualidade, com as marcas mais renomadas do mercado feminino.
Contatos: E-mail: gislenefashion2017@gmail.com Fonte:(62)99411-8990 Instagram: @gi.multimarcas

quarta-feira, 9 de junho de 2021

Presidente da Volkswagen no Brasil prevê novas paralisações por falta de insumos: 'É uma luta diária'

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Executivo afirma que solução para falta de semicondutores deve vir apenas em 2022 e que, até lá, produção deve sofrer interrupções diárias ou até semanais. Em meio a falta de semicondutores, a Volkswagen iniciou a paralisação de duas fábricas no Brasil nesta segunda-feira (7) por 10 dias. A falta de insumos é um problema mundial, que tem levado a interrupções na produção de outras montadoras.
Por que as montadoras estão suspendendo a produção no Brasil? Entenda Venda de veículos novos no Brasil cresce em maio; estoque segue baixo, diz Fenabrave Segundo Pablo Di Si, presidente da Volkswagen no Brasil, a solução só deve vir em 2022, com o aumento na produção de semicondutores e o equilíbrio entre oferta e consumo. “Até lá, vamos ter interrupções diárias ou por semana, ficaremos nesses altos e baixos”, disse. Apesar das dificuldades, a Volkswagen mantém as projeções de crescimento para o ano. Di Si lembra que a escassez de semicondutores é uma realidade desde outubro do ano passado. E que, ainda assim, a produção de veículos no Brasil, segundo a Anfavea, associação que reúne as montadoras, cresceu 55,6% de janeiro a maio deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Produção de veículos cresce 1% em maio, diz Anfavea
Na Volks, o crescimento da produção foi de 86%. Há muita demanda do consumidor. Então, vamos tocando no dia a dia, com absoluto apoio do time mundial da montadora, que nos ajuda na compra de peças e semicondutores. É uma luta diária”, disse Pablo Di Si. Além da falta de peças, a inflação também tem prejudicado a recuperação da economia. Mas Pablo Di Si prefere ver o copo meio cheio. “Os preços estão subindo aqui e no mundo porque tem demanda. A economia mundial está se recuperando. No Brasil, ainda temos o custo mais alto da energia elétrica. Mas acredito que seja algo passageiro. O mais importante é que as perspectivas são melhores para o segundo semestre no Brasil, com o avanço da vacinação.” Por Juliana Rosa, Globo News

Transição energética coloca em risco milhões de empregos no setor de petróleo

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Citado no Acordo de Paris, o termo transição justa, que prevê a inserção dos trabalhadores no processo de "limpeza" da matriz energética mundial, ainda é um conceito sem muitos efeitos práticos na indústria do petróleo. A conclusão faz parte de estudo encomendado pela federação sindical global IndustriAll, que representa cerca de 50 milhões de trabalhadores de diferentes setores em mais de 140 países. Segundo a pesquisa, são raras as iniciativas das multinacionais do petróleo para preparar seus funcionários para as mudanças. Ao mesmo tempo, entre os empregados, prevalece o ceticismo quanto às transformações do mercado de trabalho. Funcionários de diferentes empresas e países entrevistados na elaboração do estudo demonstraram mais preocupação com a manutenção dos seus empregos e salários após a pandemia de covid-19 do que com a transição energética, fase em que o petróleo será gradualmente substituído pelas fontes renováveis até deixar de concentrar os investimentos e a mão de obra do setor de energia. Para a maior parte dos trabalhadores, esse será um problema das gerações futuras, ainda sem grandes consequências no curto prazo.
Para Rodrigo Leão, coordenador do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep), contratado pela IndustriAll para realizar o estudo, há um descompasso entre o movimento sindical de funcionários da indústria petrolífera, mais atento ao tema da transição justa, e os profissionais envolvidos no dia a dia das empresas. Isso porque a maioria dos que participam da rotina da indústria de óleo e gás ainda não vive a realidade da transição energética. "O segmento de renováveis ainda representa uma parcela muito pequena dos ativos das grandes petrolíferas. Essas empresas estão se associando a outras, como a startups, para participar da transição. Com isso, muitos dos profissionais envolvidos não são da própria indústria de óleo e gás. Para os trabalhadores petroleiros entrevistados, as mudanças estão no campo da retórica", afirmou Leão. O que está por vir, no entanto, é uma profunda transformação do mercado de trabalho a partir da transição para uma economia de baixo carbono. Ao mesmo tempo em que serão criados empregos "verdes" nos setores de renováveis e eficiência energética, outros vão ser extintos em segmentos produtivos responsáveis pela emissão de expressivos volumes de gases de efeito estufa. Algumas profissões ainda vão ser adaptadas à nova realidade e vão exigir esforço de capacitação. A petrolífera anglo-holandesa Shell é um exemplo dessa transformação. A empresa anunciou em fevereiro a revisão da sua estratégia de atuação para se adequar à transição energética. A reestruturação prevê a saída de 7 mil a 9 mil funcionários até o fim do ano que vem, dos quais 1,5 mil devem aderir ao programa de demissão voluntária lançado no Reino Unido, Holanda e Estados Unidos. "Sobre a capacitação dos funcionários para a transição energética, como disse o CEO da Shell, Ben Van Beurden, a companhia não está iniciando a caminhada do zero", afirmou a empresa, por meio de sua assessoria de imprensa. Os funcionários brasileiros estão inseridos no plano da companhia de utilizar o pré-sal para gerar caixa e financiar a transição energética. Nesse caso, não será necessária nenhuma capacitação importante para preparar os profissionais para a descarbonização da economia. Na área de renováveis, o plano é construir usinas solares. Estão em estudo projetos em Minas Gerais e na Paraíba. A avaliação da IndustriAll, no estudo, é que os investimentos das petrolíferas em energia limpa ainda são incipientes. "Quando se trata de transição justa, as ações praticamente inexistem", diz o documento. Entre as medidas concretas de inserção de trabalhadores na transição energética, a entidade destacou a da norte-americana Chevron, que criou incentivos de remuneração variável para os funcionários que ajudarem a empresa a atingir metas de redução de emissão de gases de efeito estufa até 2023. No Brasil, a Petrobrás inclui ativos de geração de energia a partir de fontes renováveis e biocombustíveis em seu programa de desinvestimento. A estatal tem reafirmado a intenção de focar na produção de petróleo e gás no pré-sal. Por: Fernanda Nunes

segunda-feira, 7 de junho de 2021

Loja Veste Praia, exclusividade e estilo.

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A loja veste praia é uma loja de moda feminina que possui modelos exclusivos e sofisticados, a loja já está no mercado a mais de três anos, trazendo o que existe de mais moderno em estilos e tendências, sempre inspirados nas últimas temporadas.
A loja trabalha com tamanhos diversificados, que vão do 38 ao 44. A veste praia tem como principal objetivo oferecer vestuários estilosos e versáteis, em looks que podem ser usados para qualquer ocasião. A nova coleção de Inverno da Veste Praia tem chamado a atenção de todos, pois suas peças são fabulosas e elegantes, todas feitas com os tecidos mais renomados do mercado, portanto de excelente qualidade, proporcionando maior conforto e durabilidade.
A loja Veste Praia preza pelo bem-estar e satisfação de suas clientes. Para atendimento exclusivo de atacadistas no Endereço: Rua Elisa Witacker, 170, 3 andar - São Paulo - SP Site para compras no varejo : www.vestepraia.com

Previsões de alta do PIB deste ano já chegam a 5% com aumento do otimismo no Brasil

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O otimismo com o crescimento econômico neste ano continua a aumentar e as projeções já alcançam 5,0%. O gatilho do movimento foi acionado por dados mais positivos dos setores da atividade no primeiro trimestre, principalmente em março, quando era esperada queda significativa em meio à piora da pandemia de covid-19 e restrições ao funcionamento de estabelecimentos não essenciais. A melhora das estimativas do Produto Interno Bruto (PIB) decorre também dos efeitos da retomada global e do retorno mais rápido da mobilidade após decretos de isolamento. A onda pode ganhar amplitude com o resultado do PIB do primeiro trimestre, que será divulgado na terça-feira. Na terça-feira passada, o Banco Fibra inaugurou as revisões para 5,0% – anteriormente a previsão era de 4,0%. Ontem, o Itaú Unibanco foi na mesma direção, informando também mudança na expectativa para o segundo trimestre, de queda de 0,1% para alta de 0,6%. Em 2020, o tombo do PIB brasileiro foi de 4,1%. O Fibra citou em relatório a “resiliência” da economia frente à segunda onda de covid-19 no primeiro trimestre em um contexto de vacinação “pouco satisfatório”, que pode ser explicada, segundo o banco, pela taxa de juros real, recuperação do mercado de trabalho e cenário externo bastante favorável, além do câmbio depreciado favorecendo o setor externo.
O Itaú já vinha argumentando que a redução da taxa de poupança ante níveis extremamente elevados em 2020 e a retomada forte da economia global, impulsionando commodities, sustentavam a atividade, mesmo com a queda nos estímulos fiscais, favorecendo consumo e investimentos, respectivamente. “Há risco de novos recrudescimento da pandemia, mas avaliamos que o impacto econômico seria moderado, como verificado na segunda onda.” Estudo O economista-chefe do ASA Investments, Gustavo Ribeiro, fez um estudo para avaliar o efeito da “despoupança” nos dados mais fortes do primeiro trimestre, mas a indicação é que o gasto dos recursos acumulados por precaução ou de forma circunstancial pelas famílias em 2020 foi mais rápido do que o esperado diante de um mercado de trabalho ainda fragilizado. Logo depois dos dados setoriais de março, há cerca de duas semana, o ASA Investments já elevou a projeção para o PIB de 2021 de 2,6% para 4,5%. Por outro lado, Ribeiro observou que ainda existem temores relacionados à pandemia, que podem retardar uma ampla abertura da economia. O economista-chefe do Bradesco, Fernando Honorato, comentou em debate virtual no início desta semana que, se o PIB do primeiro trimestre confirmar o desempenho do IBC-Br, as projeções do mercado devem migrar de 4,0% a 4,5% para 4,5% a 5,0%, ou até acima. O IBC-Br subiu 2,3% no primeiro trimestre ante o quarto trimestre, com ajuste sazonal, e 2,27% frente a igual período de 2020. O Bradesco, porém, só deve revisar oficialmente o cenário para o ano após o resultado do primeiro trimestre. Mais cauteloso, o Santander Brasil revisou a projeção de 3,0% para 3,6%, também admitindo chances de alta. Segundo a economista-chefe, Ana Paula Vescovi, há dúvidas ainda sobre a “saída” da segunda onda da pandemia, uma vez que os indicadores da doença seguem em patamares ainda preocupantes. No boletim Focus desta semana, a mediana das projeções do mercado financeiro para o PIB de 2021 subiu de 3,45% para 3,52%. Por: Estadão

terça-feira, 1 de junho de 2021

Papa muda legislação do Vaticano sobre abuso sexual

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O Papa Francisco mudou nesta terça-feira (1º) a legislação do Código de Direito Canônico do Vaticano, o sistema jurídico interno da Igreja Católica, para criminalizar e tipificar explicitamente trechos sobre abuso sexual e responsabilizar casos de omissão e negligência. As novas disposições foram divulgadas após 14 anos de estudo e entram em vigor em 8 de dezembro.
Elas criminalizam o abuso sexual de adultos por padres que se aproveitam de sua autoridade e agora incluem leigos que ocupam cargos na Igreja Católica, que poderão ser punidos por crimes sexuais semelhantes. As mudanças nos artigos 1395 e 1398 reconhecem que os adultos também podem ser vítimas de padres que abusam de sua autoridade e que leigos em escritórios da igreja também podem ser punidos por abusar de menores e adultos. O Vaticano também criminalizou a "preparação" de menores ou adultos vulneráveis ​​por padres para obrigá-los a se envolver em pornografia. É a primeira vez que a lei da igreja reconhece oficialmente como criminoso o método usado por predadores sexuais para construir relacionamentos com suas vítimas para, então, explorá-las sexualmente. A lei também remove muito do arbítrio que há muito tempo permitia que bispos e superiores religiosos ignorassem ou encobrissem o abuso, deixando claro que eles podem ser responsabilizados por omissões e negligência por não investigar e punir adequadamente os padres. Críticos diziam que o código, publicado em 1983, era totalmente inadequado para lidar com o abuso sexual de menores e dava muito poder aos bispos, que tinham interesse em encobrir casos. O Vaticano fez mudanças graduais ao longo dos anos para tentar resolver problemas e lacunas, exigindo que todos os casos fossem enviados à Santa Sé para revisão e permitindo um processo administrativo mais simples para destituir um padre se as evidências fossem esmagadoras. Mais recentemente, Francisco aprovou novas leis para punir bispos e superiores religiosos que não protegessem seus fiéis. Agora, o novo código penal incorpora essas mudanças e vai além. Pela nova lei, padres que se envolvem em atos sexuais com qualquer pessoa — não apenas um menor ou alguém que não tem o uso da razão — podem ser destituídos se usarem "força, ameaças ou abuso de sua autoridade" para se envolver em atos sexuais. O Vaticano há muito considera qualquer relação sexual entre um padre e um adulto como pecaminosa, mas consensual, acreditando que os adultos podem oferecer ou recusar consentimento puramente pela natureza de sua idade. Mas em meio ao movimento #MeToo e aos escândalos de seminaristas e freiras sendo abusados ​​sexualmente por seus superiores, o Vaticano percebeu que os adultos também podem ser vitimados se estiverem em um relacionamento com desequilíbrio de poder. Essa dinâmica foi mais claramente reconhecida no escândalo sobre o ex-cardeal Theodore McCarrick, o ex-arcebispo de Washington. Mesmo que o Vaticano soubesse por anos que ele dormia com seus seminaristas, McCarrick só foi levado a julgamento depois que alguém se manifestou dizendo que ele o havia abusado quando jovem. Francis o destituiu em 2019. Em uma novidade que visa lidar com crimes sexuais cometidos por leigos que ocupam cargos religiosos, como fundadores de movimentos religiosos leigos ou mesmo administradores de igrejas, a nova lei diz que leigos podem ser punidos da mesma forma se abusarem de sua autoridade para se envolver em crimes sexuais. Uma vez que esses leigos não podem ser destituídos, as penalidades incluem perder seus empregos, pagar multas ou ser removido de suas comunidades. A necessidade de tal disposição ficou clara no escândalo envolvendo Luis Figari, o fundador leigo do grupo conservador Sodalitium Christianae Vitae, com sede no Peru, um movimento conservador que tem 20.000 membros e capítulos em toda a América do Sul e os EUA. Uma investigação independente concluiu que ele era um narcisista paranóico obcecado por sexo e observando seus subordinados suportar dor e humilhação. Mas o Vaticano hesitou durante anos sobre como sancioná-lo, decidindo, em última instância, removê-lo do Peru e isolá-lo da comunidade Por (G1)

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